O técnico da Escócia, Steve Clarke, falou com entusiasmo nesta terça-feira (23) sobre a possibilidade de sua equipe se classificar para a segunda fase de uma Copa do Mundo pela primeira vez na história, ao enfrentar o Brasil em Miami na quarta-feira. “Se pudéssemos ser a primeira equipe a alcançar isso, seria obviamente algo muito especial”, disse ele em entrevista coletiva na véspera da terceira rodada do Grupo C. Clarke destacou a qualidade de seus adversários. “Eles mostraram, nas partidas deste torneio, que podem ser uma grande ameaça, e tenho certeza de que esperam estar no mínimo entre os quatro finalistas da competição”, afirmou. A característica dos brasileiros “é que eles precisam atacar”, acrescentou ele, admitindo o impacto que a seleção do Brasil da década de 1970 teve sobre ele quando criança. “Você cresce com esse amor pelo Brasil, mas amanhã à noite não precisamos amar o Brasil.
Precisamos amar mais a Escócia”, disse ele. O técnico escocês elogiou o astro brasileiro Vinícius Júnior, a quem considera um jogador veloz, bom finalizador e um talento de alto nível. “Eu era lateral quando jogava, e ele é o tipo de ponta contra quem você não gostaria de jogar”, acrescentou. “Se ele continuar fazendo o que está fazendo, estaremos falando de Vinícius Júnior como um dos superastros do futuro”. Clarke também falou muito bem do técnico do Brasil, o italiano Carlo Ancelotti. “Ele é muito bom na gestão de jogadores.
Ele lida muito bem com superestrelas, e tem várias delas naquele elenco”, afirmou. A Escócia, atualmente em terceiro lugar no Grupo C com três pontos, tentará garantir uma vaga na fase de mata-mata contra o líder da chave, o Brasil, que soma quatro pontos. Enquanto isso, o Marrocos, segundo colocado com quatro pontos, vai enfrentar o lanterna Haiti, que ainda não pontuou.
Tue, 23 Jun 2026 20:15:28 GMT
